PROTEUS EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

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BLOG VOLTADO PARA A PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL - 16 ANOS NO AR

terça-feira, 21 de março de 2017

PATRIMÔNIO CULTURAL E AS COMUNIDADES

  O OUTRO 
Autor: Carlos Henrique Rangel
Vivendo em grupo por necessidade e sobrevivência, o ser humano cedo necessitou de símbolos e códigos para se fazer entender e compreender o seu mundo e os seus iguais. Essa necessidade do outro e a convivência com este só foi possível através de um consenso coletivo para se entenderem em relação a tudo. Desde as pequenas como a nominação de um objeto, às regras de convivência. 

Se esse consenso se deu através de lideres carismáticos ou autoritários, ou mesmo de forma democrática, essa não é a questão. O fato é que o consenso existiu para que fosse possível a convivência em grupo e a adaptação a um espaço determinado. 

A identidade desse grupo será definida pelo consenso. Pela crença em valores assimilados por todos ou pelo menos a maioria dos membros do grupo. Os que não aceitam as regras do grupo são excluídos e se tornam os “outros”. 

Também esses, denominados “outros” são necessários para a formação da identidade do grupo e a consolidação de suas crenças, costumes e ideais. A identidade de um ser ou de um grupo é definida pela contraposição à identidade de outro. O outro indivíduo, grupo ou comunidade ou nação será sempre a referência até mesmo para o fortalecimento da identidade.

Ao mesmo tempo, uma comunidade por mais homogênea que seja sempre terá grupos discordantes – “os outros” que também possuem identidade própria, cultura própria, mesmo que identificados de uma forma geral com o grupo dominante. 

Essa minoria dentro de uma comunidade maior ainda assim é parte desta e merecem respeito quanto a sua memória, identidade e suas produções culturais. 

O outro que me acompanha e que produz cultura comigo, o que permite a diversidade cultural merece ser reconhecido, respeitado e valorizado como parte do grupo maior.

Numa sociedade consensual a diversidade deve ser o consenso para que a o grupo se renove culturalmente e sobreviva com a autoestima valorizada e fortalecida.

Esse outro também ele é parte do grupo e mesmo o outro culturalmente diferente, aquele de outro grupo/nação, também esse merece respeito. Ser diferente não é ser pior ou melhor. 

É apenas diferente. Outra forma de ser e de se relacionar com o mundo e seus lugares.
O outro é o meu céu e meu inferno. É o meu contraponto.
O outro sou eu diferente.







quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

HUMANIDADE E CULTURA...

Ser humano é produzir coisas e cultura sempre com o coletivo. Carregamos nossos ancestrais em cada parte do nosso corpo e principalmente na nossa memória, onde está evidente o que eles foram e fizeram e que nos foram passadas pelo grupo. 
Cada ser humano importa a todos. (PROTEUS).

(Carlos Henrique Rangel).



terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

VALE DO JEQUITINHONHA - TESES

SOBRE O VALE DO JEQUITINHONHA - TESES

1 - A MESORREGIÃO DO VALE DO MUCURI: CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA E ANÁLISE DO DESENVOLVIMENTO

2 - O presente vivido e o futuro pensado: condição juvenil e estudantil de jovens universitários dos/nos Vales do Mucuri e Jequitinhonha

3 - Política e Cultura no Vale do Jequitinhonha: Um estudo de caso sobre o associativismo comunitário quilombola de Moça Santa/Chapada

4 - DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL, POLÍTICAS PÚBLICAS E INOVAÇÃO SOCIAL NO ALTO JEQUITINHONHA – MG

5 - O turismo solidário e a redescrição social no Vale do Jequitinhonha-MG

6 - PROJETO VEREDAS: um sonho realizado pelas Professoras do Alto Vale do Jequitinhonha

7 - Os ceramistas do Vale do Jequitinhonha : uma investigação etnomatematica

8 - OS MIGRANTES CORTADORES DE CANA DO VALE DO JEQUITINHONHA: ENTRE A SUPEREXPLORAÇÃO E A RESISTÊNCIA

9 - Diamantes do médio rio Jequitinhonha, Minas Gerais: qualificação gemológica e análise granulométrica

10 – como a vida se refez – os caminhos da reterritorialização de antigidos pela barragem de irapé do Alto Jequitinhonha.