PROTEUS EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL - UMA VISÃO


UMA VISÃO INTERESSANTE...


“Até agora repousávamos tranquilamente na noção de tempo regida pelo império do passado. Todo o esforço de memória remetiam irremediavelmente para um acervo, ou um armazém, de coisas placidamente colecionadas. Agora, se nos permitirem, vamos até desejar e imaginar uma memória do futuro. Isto significa que o tempo deixou de ser um corte sincrônico apenas, onde o passado possa imperar, mas ele vem a existir como uma estrutura unitária onde se dão por igual o presente, o passado e o futuro.”

 ( Ministro da Educação e Cultura Eduardo Portella na Publicação do IPHAN N.º 5 – PróMemória Presidente toma posse no MEC. Março/abril 1980. Pág.7)


"Quem está próximo do bem cultural ou o produz, é, verdadeiramente, quem deve cultivá-lo. É preciso, nesse sentido, criar canais adequados e formas que assegurem a efetiva participação da comunidade nas decisões e no trato dos problemas afetos à produção e preservação cultural de modo a favorecer a preconizada distribuição de responsabilidades entre todos os envolvidos (organismos de poder público, entidades privadas e, sobretudo, da população). É fundamental, pois, que se busquem meios para que a comunidade possa deter não só o uso e o benefício, mas também o gerenciamento e a preservação, com o apoio dos órgãos competentes para efetivação deste trabalho."

(Diretrizes para Operacionalização da Política Cultural do MEC" Elaborado durante o seminário realizado em Brasília, de 31 de agosto a 2 de setembro de 1981)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

ALOÍSIO MAGALHÃES

ALOÍSIO MAGALHÃES


“Definir o que seja bem cultural implica por princípio numa antidefinição, dada a multiplicidade das manifestações que emergem das estruturas sociais formadoras da civilização brasileira.
Assim, chegaríamos a tantos conceitos de bem cultural quantas fossem as situações específicas geradoras de cultura. Cultura entendida aqui como o processo global que não separa as condições do meio ambiente daquelas do fazer do homem. Que não privilegia o produto – habitação, templo, artefato, dança, canto, palavra – em detrimento das condições do espaço ecológico em que tal produto se encontra densamente inserido.
Dessa forma, cultura e educação evidenciam também a sua indissolubilidade, uma vez que a formação erudita do profissional que projeta a casa, a escola, a igreja, a cidade, tem o seu equivalente na aprendizagem só aparentemente informal do artífice popular, que desde a infância absorve dos mestres locais a elaborada tecnologia ligada à atividade da agricultura, da pesca, e à produção de olaria, de trançado, de tecelagem.
Já em 1937 Mário de Andrade, autor do anteprojeto que deu origem a Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, propunha a superação do “sofisma sentimental do ensino primário” e acrescentava: “Ele é imprescindível, mas são imprescindíveis igualmente os institutos culturais em que a pesquisa vá de mãos dadas com a vulgarização, com a popularização da inteligência.” Enfatizando que “defender o nosso patrimônio histórico e artístico é alfabetização” , Mário insistia também num “maior entendimento mútuo”, num “maior nivelamento geral da cultura que... a torne mais acessível a todos, e em consequência lhe dê uma validade verdadeiramente funcional.” Reivindicava ainda um movimento recíproco de maior conhecimento entre saber erudito e saber popular através de uma atividade que provocasse  “o erguimento das partes que estão na sombra, pondo-as em condição de receber mais luz”.
O pensamento de Rodrigo Mello Franco de Andrade encontrava-se em perfeita consonância com o de Mário. No “Programa” da revista do novo órgão, lançada em 1937, Rodrigo ressaltava: “O presente número desde logo se ressente de grandes falhas, versando quase todo sobre monumentos arquitetônicos como se o patrimônio histórico e artístico nacional consistisse principalmente nestes. A verdade, entretanto, é que, tal como foi definido pelo decreto-lei de 30 de novembro, aquele patrimônio se constitui do ‘conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país e cuja conservação seja de interesse público, quer por se acharem vinculados a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico’. Equiparam-se ainda a esses valores ‘os monumentos naturais, bem como sítios e paisagens que importe conservar e proteger pela feição notável com que tenham sido dotados pela natureza ou agenciados pela indústria humana’.” Era de esperar a ênfase conferida, na época, aos bens monumentais arquitetônicos. Fazia-se realmente necessária uma política de proteção, com caráter de emergência, diante da ameaça de total destruição a que achavam expostos aqueles bens na década de 30. E o Serviço do patrimônio teve o descortino de não só tomar consciência das prioridades de ação exigidas pelo momento como também de efetivamente atuar para atende-las. A geração de Rodrigo e de Mário preservou pra nós os monumentos expressivos do passado ainda existentes no território nacional, quando assumiu essa responsabilidade.
Contradiz também a auto-exigência e o rigoroso escrúpulo de Rodrigo Quanto às  “grandes falhas” da primeira publicação, o fato de constarem dela, e das subsequentes, ensaios sobre a proteção à natureza, culturas indígenas, arquitetura popular, pesca, arqueologia.
Diante de uma sociedade em permanente e desigual transformação, num momento histórico diverso, é nossa tarefa procurar adequar os serviços deste Instituto às solicitações do nosso tempo.
Inscrevem-se nessa preocupação os estudos atualmente em curso objetivando integrar ao IPHAN dois outros órgãos que nos últimos anos vêm ampliando nosso envolvimento com os bens culturais brasileiros: o Programa de Cidades Históricas e o Centro Nacional de Referência Cultural. A fusão desses esforços nos permitirá enfrentar o desafio de hoje com a esperança de acerto que nos compele a solicitar a participação de todos – do indivíduo à comunidade – para o diálogo contínuo e aberto, imprescindível e contemporâneo a qualquer ação que se faça sentir sobre um patrimônio cultural comum.
Esta publicação é um primeiro passo nesse sentido.
Terá cumprido a sua função quando as respostas e iniciativas que suscitar venham integrar-se a uma prática coletiva, elaborada continuamente, que entenda os bens culturais como expressão completa da qualidade de vida do homem.”
( Aloísio Magalhães Diretor-Geral do IPHAN – Editorial do n.º0 Publicação IPHAN – 1979)


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"(...)
O IPHAN orientou-se pela ideia de cobrir todo o país, nem sempre ouvindo a comunidade sobre a conservação de seu patrimônio. Não sou a favor desta ideia. Esta postura elitista de tantos anos talvez seja consequência do próprio sistema político brasileiro, no seu sentido histórico e tradicional. a ação que vamos procurar empreender é tentar fazer com que a comunidade, nos seus afazeres e na sua vida, se conscientize de sua ambiência cultural. Isto é, temos que procurar dar à comunidade um status de vida que lhe permita entender por que determinado prédio está sendo preservado. Em outras palavras, a própria comunidade é a melhor guardiã de seu patrimônio."
( Aloísio Magalhães - Secretário do Patrimônio Histórico e Artístico nacional e Presidente da Fundação Nacional Pró-Memória - Publicação IPHAN N.º 4 DE  janeiro/fevereiro 1980. p. 11 Artigo: "Bem cultural é fator de desenvolvimento")
_____________________________________________________________________________
"(...)
Todos os esforços, todos os recursos financeiros, todas as metodologias que se possam fazer através da ação federal, da ação estadual, da ação municipal, eles têm sentido de apoio tecnológico, de recursos financeiros, de interação com a realidade. Mas, fundamentalmente, é a comunidade quem deve determinar esta política, quem deve participar na escolha, na defesa, na maneira como que deve se proceder dentro dos critérios tecnológicos determinados pela legislação competente, o que deve ser preservado, como deve ser preservado, e, sobretudo, a guarda desses bens."

(...)
É nesse sentido que a tarefa da preservação do patrimônio cultural brasileiro em vez de ser uma tarefa de cuidar do passado é, essencialmente, uma tarefa de refletir sobre o futuro. Muita pouca gente, e são poucas as áreas no nosso país que estão preocupadas com esse tipo de reflexão. É verdade que estamos diante de problemas muitos complexos, que temos que "apagar incêndios", que temos que resolver problemas terríveis: balanço de pagamento, inflação. Tudo isso constitui essa realidade impressionante, do dia-a-dia de nós todos. É opressivo e é terrível. Mas não sairemos desse buraco, não conseguiremos construir um desenho projetivo do Brasil, nem nenhum modelo que seja verdadeiramente importante para a Nação brasileira, se isso não for feito à base daquilo que nós somos, das referências da nossa identidade. De forma que a mensagem do Patrimônio, a mensagem de nós que nos ocupamos da preservação do em cultural é uma mensagem projetiva, é uma mensagem para o futuro, que nada tem a ver com o saudosismo, com os componentes de uma memória apagada e morta, guardada por uma questão puramente de saudosismo.

(Aloísio Magalhães. O Papel do Patrimônio Cultural no Futuro da Nação. Publicação SPHAN PróMemória . Agosto de 1982. pág. 17, 18).

sábado, 15 de dezembro de 2012

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO: O OUTRO

O OUTRO 
Autor: Carlos Henrique Rangel


Vivendo em grupo por necessidade e sobrevivência, o ser humano cedo necessitou de símbolos e códigos para se fazer entender e compreender o seu mundo e os seus iguais. Essa necessidade do outro e a convivência com este só foi possível através de um consenso coletivo para se entenderem em relação a tudo. Desde as pequenas como a nominação de um objeto, às regras de convivência. 

Se esse consenso se deu através de lideres carismáticos ou autoritários, ou mesmo de forma democrática, essa não é a questão. O fato é que o consenso existiu para que fosse possível a convivência em grupo e a adaptação a um espaço determinado. 

A identidade desse grupo será definida pelo consenso. Pela crença em valores assimilados por todos ou pelo menos a maioria dos membros do grupo. Os que não aceitam as regras do grupo são excluídos e se tornam os “outros”. 

Também esses, denominados “outros” são necessários para a formação da identidade do grupo e a consolidação de suas crenças, costumes e ideais. A identidade de um ser ou de um grupo é definida pela contraposição à identidade de outro. O outro indivíduo, grupo ou comunidade ou nação será sempre a referência até mesmo para o fortalecimento da identidade.

Ao mesmo tempo, uma comunidade por mais homogênea que seja sempre terá grupos discordantes – “os outros” que também possuem identidade própria, cultura própria, mesmo que identificados de uma forma geral com o grupo dominante. 

Essa minoria dentro de uma comunidade maior ainda assim é parte desta e merecem respeito quanto a sua memória, identidade e suas produções culturais. 

O outro que me acompanha e que produz cultura comigo, o que permite a diversidade cultural merece ser reconhecido, respeitado e valorizado como parte do grupo maior.

Numa sociedade consensual a diversidade deve ser o consenso para que a o grupo se renove culturalmente e sobreviva com a autoestima valorizada e fortalecida.

Esse outro também ele é parte do grupo e mesmo o outro culturalmente diferente, aquele de outro grupo/nação, também esse merece respeito. Ser diferente não é ser pior ou melhor. 

É apenas diferente. Outra forma de ser e de se relacionar com o mundo e seus lugares.
O outro é o meu céu e meu inferno. É o meu contraponto.
O outro sou eu diferente.


Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=135724#ixzz2F9NAxyru 
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

A EXPERIÊNCIA EM EDUCAÇÃO PATRIMONIAL DO IEPHA DE 1981 A 2010



Este texto pretende abordar as experiências do IEPHA/MG – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e artístico de Minas Gerais - na educação e sensibilização das comunidades para a convivência com o seu patrimônio cultural, ao longo de vinte nove anos de atuação.
Seguindo a orientação do “Encontro de Brasília”, em 1971 o governo do Estado de Minas Gerais, criou o IEPHA/MG, fundação integrante do Sistema Estadual de Cultura com a atribuição básica de preservar o rico patrimônio cultural do Estado empreendendo a identificação, registro, fiscalização e restauração dos bens culturais tangíveis e a partir de 2002, dos bens imateriais.
 Ao longo dos mais de quarenta anos de existência, o IEPHA/MG, cumpriu com relativa desenvoltura as suas funções de proteger, gerenciar e estudar o patrimônio cultural do Estado. No entanto, o número reduzido do seu corpo técnico e a grande extensão territorial de Minas Gerais, aliada à diversidade do acervo cultural, cedo demonstrou a necessidade de parcerias para o desenvolvimento dos trabalhos. Já em 1981, esta necessidade se fazia premente e o envolvimento das comunidades na preservação, uma solução.  Esse programa de 1981 definia como prioridade a promoção do conhecimento a acerca do patrimônio Cultural com utilização de audiovisuais e filmes documentários e concursos em escolas, promoção de palestras, exposições fotográficas e distribuição de material institucional referente aos conceitos e conteúdo dos programas de restauração desenvolvidos pela instituição à época, denominados PCH – Programa de Cidades Históricas e POU – Programa de Obras Urgentes.
No entanto foi somente em outubro de 1983, com a criação do PAC – Política de Atuação com as Comunidades, que a instituição efetivou de fato um programa de conscientização das comunidades com o principal objetivo de romper com o paternalismo estatal. A política de atuação do PAC partia do pressuposto de que todo bem cultural é “uma referência histórica necessária à formulação e realização do projeto humano de existência”. O PAC tinha como uma das suas principais metas fomentar a criação e o desenvolvimento de entidade de preservação local.

Em 1994, tendo em vista a continuidade dos trabalhos de conscientização e entendendo que somente a criação de uma sistemática de socialização do conhecimento de todas as questões que envolvem o patrimônio cultural poderia assegurar às comunidades a participação na construção de sua história, o IEPHA/MG resolveu investir em um pioneiro projeto de educação patrimonial. Esta nova empreitada pretendia conscientizar as novas gerações sobre a importância da preservação, entendendo serem elas as futuras guardiãs deste acervo cultural. Para sua realização foram envolvidas as superintendências das duas diretorias técnicas da instituição (Diretoria de Proteção e Memória e Diretoria de Conservação e Restauro) e a Secretaria de Estado da Educação.

Sob a Coordenação da arquiteta Aurora Pederzoli em parceria com a Assessora Técnica Geny Lima, o “Projeto Educação, Memória e Patrimônio" foi desenvolvido experimentalmente objetivando a promoção de ações educativas de identificação, valorização e proteção de bens culturais junto a escolas públicas estaduais. Os trabalhos desenvolvidos em duas escolas escolhidas como piloto foram divididos em duas fases que contaram com um ativo envolvimento dos técnicos do IEPHA/MG. Finalizada a experiência, nas duas escolas o IEPHA/MG, devido a grande repercussão advinda, deu prosseguimento à educação patrimonial através do Projeto de Pesquisa "Memória de Minas - Educação e Patrimônio Cultural", numa tentativa de se criar uma atividade permanente integrada às ações comunitárias e ao projeto de realização de inventários da instituição. Este novo projeto tinha como principal objetivo “a socialização do conhecimento das questões referentes ao Patrimônio Cultural, assegurando às comunidades uma verdadeira participação na construção da sua história e, conseqüentemente, na melhoria de sua qualidade de vida”. Apenas um piloto foi realizado em 1995, na cidade de Leopoldina.

No ano de 2002, houve uma nova tentativa de se empreender um projeto de educação patrimonial, agora em convênio com a Secretaria de Estado da Educação e Fundação João Pinheiro, estabelecendo “um elenco de ações conjuntas visando a disseminação de conceitos, conhecimentos, experiências e recomendações para a exploração do tema Educação Patrimonial nas escolas de nosso estado”. O Projeto gerou uma publicação, (Reflexões e Contribuições para a Educação Patrimonial) com textos de diversos autores, que se tornou referência nacional na área.

Em 2006, o IEPHA/MG realizou um programa de educação patrimonial dentro do sub-programa Preservação do patrimônio Cultural do programa “Trens de Minas”, visando, desta forma suprir esta carência de intercâmbio e conscientização tão importante para o bom desempenho da instituição, dos municípios e comunidades na proteção do acervo ferroviário mineiro. Paralelamente, desenvolveu várias ações educativas: cursos, palestras, fóruns, atendimentos presenciais e via e-mail/site, produção de informativos, estórias educativas e jogos auxiliando os municípios mineiros na realização dos seus projetos de educação patrimonial.

De 2007 a 2010, a Diretoria de Promoção do IEPHA/MG, Gerência de Difusão, desenvolveu um grande programa de educação patrimonial - “Programa Memória e Cidadania” – cujo os pilotos aconteceram em 2007 nas cidades de Paracatu e em seguida, em 2008, Pitangui, envolvendo comunidades quilombolas, associações de bairros, Conselho Municipal do Patrimônio, Secretaria Municipal de Educação, Secretarias Municipais de Cultura, entidades públicas e privadas diversas e escolas estaduais e municipais, cujo o foco central é o desenvolvimento com orientação e acompanhamento da equipe do IEPHA/MG, de projetos elaborados em conjunto entre os vários seguimentos da sociedade local. Nos anos 2008 a 2010 o projeto atingiu as cidades de Entre Rios, Jeceaba, São Brás do Suaçui, Pirapora, Sabará, Sacramento, Berilo e novamente a cidade de Pitangui. O programa pretendia: promover a conscientização cultural através de ações junto às comunidades (palestras, cursos, cartilhas e boletins), para que absorvessem os conceitos e conhecessem a realidade local com relação ao Patrimônio Cultural e com isso desenvolver coletivamente ações para valorização e preservação das produções culturais em conjunto com o IEPHA/MG; Estimular a apropriação e o uso, pela comunidade, do Patrimônio Cultural que ela detém; estimular o diálogo entre a sociedade e os órgãos responsáveis pela identificação, proteção e promoção do Patrimônio Cultural, propiciando a troca de conhecimentos acumulados sobre estes bens culturais e levar as questões relativas à preservação do patrimônio Cultural para dentro das escolas, contribuindo para que o corpo docente atue como agente multiplicador. Todos os projetos monitorados pelo IEPHA/MG culminaram em um grande evento realizado em local público das cidades.
As experiências do IEPHA/MG em educação patrimonial demonstraram que o caminho certo está sendo trilhado, mas há muito a se avançar nos próximos anos.






segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

PROMOTORIAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS

PROMOTORES DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
LINK:


 http://www.mp.mg.gov.br/portal/public/promotoria/buscarcidade?nomeCidade=A







INSTITUTOS ESTADUAIS DO PATRIMÔNIO CULTURAL


INSTITUTOS ESTADUAIS DO PATRIMÔNIO CULTURAL

AMAZONAS
Patrimônio Cultural
Patrimônio Histórico e Arquitetônico
Diretora:
Regina Lobato
Endereço:
Av. Sete de Setembro, 1546 - Vila Ninita (Anexo ao Centro Cultural Palácio Rio Negro) – Centro –
Cep: 69.005-141 -  Manaus/AM – Brasil.
E-mail:
Telefone:
(92) 3622-2834
Horário:
De Segunda a Sexta, das 8h às 17h.
Histórico:
O departamento tem a missão de cadastrar e fiscalizar os imóveis de interesse de preservação do sitio histórico da cidade de Manaus, bem como a elaboração do projeto Belle Époque que vem recuperando conjunto de edificações antigas.

BAHIA

o arquiteto e diretor geral do Ipac, Frederico Mendonça,IPAC - Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da BahiaCentro Histórico de Salvador, Rua 28 de Setembro, nº 15 - Centro.Salvador-BA - CEP: 40.020-246 - Tel.: +55 71 3116-6909/3117-6480/3116-6665E-mail: ascom.ipac@ipac.ba.gov.brhttp://www.ipac.ba.gov.br/ipactv/icms-cultural-na-bahia 

CEARÁ

Secretaria da Cultura - Rua Major Facundo, 500 - Centro - Edifício Cine São Luiz, Fortaleza/Ce - Ver localização no mapa CEP 60025-100 - E-mail: ouvidoria@secult.ce.gov.brhttp://www.secult.ce.gov.br/patrimonio-cultural/patrimonio-material/tombamento

ESPÍRITO SANTO 

SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA

Rua Luiz Gonzáles Alvarado- 51, Enseada do Suá, CEP 29.050-380, Vitória – EShttp://www.secult.es.gov.br/?id=/fale_conosco/fale_conosco.php  


MINAS GERAIS

IEPHA|
 Praça da Liberdade s/n Belo Horizonte - cep. 30140 -010  Tel. 31 3235 2800
http://www.iepha.mg.gov.br/

 PARANÁ

Coordenação do Patrimônio Cultural (CPC) e o setor da Secretaria de Estado da Cultura encarregado dos assuntos relativos à preservação do patrimônio arqueológico, histórico, artístico e natural do Paraná Secretaria de Estado da Cultura - SEECRua Ébano Pereira, 240 - 80410-903 - Curitiba - PR
41 3321-4700 
http://www.patrimoniocultural.pr.gov.br/ 


PERNAMBUCO

Fundarpe - Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de PernambucoRua da Aurora, 463/469, Boa Vista, Recife - PE - Brasil. CEP: 50.050-000. Fone: +55 81 3184.3000http://www.fundarpe.pe.gov.br/ 

RIO DE JANEIRO

INSTITUTO ESTADUAL DO PATRIMÔNIO CULTURAL
Rua da Ajuda, nº5/14º andar - 20.040-000www.inepac.rj.gov.br | inepac@inepac.rj.gov.br DIREÇÃO GERALPaulo Eduardo Vidal Leite Ribeiro2333-1363 | 2333-1351 DEPARTAMENTO DO PATRIMÔNIO CULTURAL E NATURALLiana Maria França de Souza Carneiro Monteiro2333-1357 /2333-1358 / 2333-1360http://www.inepac.rj.gov.br/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=3  


RIO GRANDE DO NORTE

Fundação José Augusto Rua Jundiaí, 641 - Tirol Telefone: (84) 3232-5306Desenvolvimento: juniorinfo@rn.gov.br Website atualizado por rosamoura@ymail.com http://www.fja.rn.gov.br/fja_site/navegacao/patrimonioculturalpotiguar.asp 

RIO GRANDE DO SUL

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado – IPHAEAv. Borges de Medeiros, 1501 – 19º andar – Praia de BelasCEP 90119-900Telefone: 32887535 / 32887534 / 32887533e-mail: iphae@via-rs.netDiretor: Eduardo Hahnhttp://www.cultura.rs.gov.br/v2/instituicoes-sedac/instituto-17/

 SANTA CATARINA

FUNDAÇÃO CATARINENSE DE CULTURA - FCCInformações Gerais:  (55) (48) 3953-2300
Presidência Joceli de SouzaFone: (48) 3953-2387 E-mail: presidente@fcc.sc.gov.brhttp://www.fcc.sc.gov.br/?mod=pagina&id=4969

SÃO PAULO

O CONDEPHAAT  O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico tem a função de proteger, valorizar e divulgar o patrimônio cultural no Estado de São Paulo. Nessa categoria se encaixam bens móveis, imóveis, edificações, monumentos, bairros, núcleos históricos, áreas naturais, bens imateriais, dentre outros.Rua Mauá, 51 - LuzSão Paulo - SPCEP.: 01028-000Fone: 11 2627-8000Site: www.cultura.sp.gov.brhttp://www.cultura.sp.gov.br/portal/site/SEC/menuitem.a943691925ae6b24e7378d27ca60c1a0/?vgnextoid=528dcf75c7e9b110VgnVCM100000ac061c0aRCRD&cpsextcurrchannel=1

 ICOMOS BRASIL

Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios
Rua Padre Francisco Auling, 172
Fone/Fax: 55 41 3353-4273
CEP: 80520-330
Curitiba - Paraná - Brasil
Email: contato@icomos.org.br

 http://www.icomos.org.br/006_000.html