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terça-feira, 23 de maio de 2017

CONTO:O CONSELHO MUNICIPAL DO PATRIMÔNIO CULTURAL

O CONSELHO MUNICIPAL DO 

PATRIMÔNIO CULTURAL

A HISTÓRIA

Autor: Carlos Henrique Rangel

João foi o último conselheiro a chegar. Ao redor da mesa já envolvidos com a papelada estavam o vereador Manuel Costa, representante da câmara; D. Rita representante da Associação Comercial; o pastor Roberto, representante das Igrejas; o Secretário de Cultura, Carlos Alberto e o Senhor Zezinho representante das Comunidades.
João era professor, e representava a faculdade local no Conselho Municipal do Patrimônio Cultural de Nova Esperança, instituição responsável pela preservação e proteção do patrimônio cultural da cidade.
- Desculpem o pequeno atraso amigos, mas hoje foi dia de prova. Fui obrigado a ficar até os últimos minutos... – Disse se sentando à mesa.
- Tudo bem. O atraso não foi tanto assim. – Falou o Sr Carlos Alberto, presidente do Conselho.
- Bem, como estamos todos presentes, podemos começar a reunião. O primeiro caso a ser analisado é a questão da igreja matriz... A importância deste Bem Cultural é inegável mas devemos analisar esse tombamento com cuidado... – Começou o Sr. Carlos Alberto.
-  Eh..., o Padre Vinícius é uma pessoa muito difícil e qualquer ação nossa tem que ser bem pensada. – Falou o Pastor Roberto.
-  Não vamos levar as coisas para o lado pessoal. Eu sei que vocês não se dão...- Disse D. Rita.
-  Calma gente. A questão tem que ser resolvida com calma.... – Apartou o Sr. Carlos Alberto.
- Isso mesmo. Temos que analisar e pensar as nossas ações. Primeiro: o fato inegável: a Igreja é importante. Segundo: Temos como provar que ela é importante? Terceiro, o Padre significa problema? – Perguntou João.
- Bem, Claro que temos como provar que a igreja é importante, temos aqui uma ficha de inventário com algumas informações históricas e a descrição dela. – Disse D. Rita mostrando um ficha com uma bela foto da Matriz.
- Eh, e quanto ao Padre, ele vai ter que aceitar o tombamento querendo ou não. – Falou o Pastor Roberto se ajeitando na cadeira.
- Gente, as coisas não podem ser assim. Precisamos de um Dossiê mais elaborado... – Falou o Sr. Zezinho.
-  Eu acho que isto não é necessário. É tão claro o valor da igreja que não vejo necessidade.- exclamou o Vereador Manuel.
O Presidente do Conselho pegou a garrafa de café que se encontrava ao centro da mesa e encheu uma pequena xícara.
- Temos que resolver estas questões. Vamos por em votação se devemos ou não produzir um dossiê com mais informações sobre a Igreja. Vamos votar. – Disse com voz impostada o Presidente:

CLIQUE NO LINK QUE ACHAR MAIS CORRETO.

1- Tombar a Igreja Matriz com base na ficha de Inventário.



2- Montar um dossiê de tombamento para embasar a decisão do Conselho.

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