PROTEUS EDUCAÇÃO PATRIMONIAL 22 ANOS

PROTEUS EDUCAÇÃO PATRIMONIAL 22 ANOS

segunda-feira, 11 de junho de 2012

PATRIMÔNIO MATERIAL - ALEGORIA DO PATRIMÔNIO

A ALEGORIA DO PATRIMÔNIO



MONUMENTO E MONUMENTO HISTÓRICO

“Arquiteturas e espaços não devem ser fixados por uma ideia de conservação intransigente, mas sim manter sua dinâmica: este é o caso da pirâmide do Louvre.

Os proprietários, por sua vez, reivindicam o direito de dispor livremente de seus bens para deles tirar o prazer ou o proveito que bem entendam. O argumento se choca, na França, com uma legislação que privilegia o interesse público. Ele continua, porém, a prevalecer nos Estados Unidos, onde a limitação do uso do patrimônio histórico privado é considerada um atentado contra a liberdade dos cidadãos.

As vozes discordantes desses opositores são tão poderosas quanto sua determinação. Cada dia traz uma nova mostra disso. Contudo, as ameaças permanentes que pesam sobre o patrimônio não impedem um amplo consenso em favor de sua conservação e de sua proteção, que são oficialmente defendidas em nome dos valores científicos, estéticos, memoriais, sociais e urbano, representados por esse patrimônio nas sociedades industriais avançadas. Um antropólogo americano pode afirmar que, pela mediação do turismo de arte, o patrimônio representado pelas edificações constituirá o elo federativo da sociedade mundial.

Consenso/contestação: as razões e os valores invocados em favor das duas respectivas posições requerem uma análise e uma avaliação críticas. Inflação: foi atribuída a uma estratégia política; comporta evidentemente uma dimensão econômica e marca, com certeza, uma reação contra a mediocridade da urbanização contemporânea. Essas interpretações das condutas patrimoniais não bastam, porem, para explicar seus extraordinário desenvolvimento. Elas não esgotam o sentido.”(p. 16,18).

(...)

Nesse sentido primeiro, chamar-se-á monumento tudo o que for edificado por uma comunidade de indivíduos para rememorar ou fazer que outras gerações de pessoas rememorarem acontecimentos, sacrifícios, ritos ou crenças. A especificidade do monumento deve-se precisamente ao seu modo de atuação sobre a memória. Não apenas ele a trabalha e a mobiliza pela mediação da afetividade, de forma que lembre o passado fazendo-o vibrar como se fosse presente. Mas esse passado invocado, convocado, de certa forma encantado, não é um passado qualquer: ele é localizado e selecionado para fins vitais, na medida em que pode, de forma direta, contribuir para manter e preservar a identidade de uma comunidade étnica ou religiosa, nacional, tribal ou familiar. (...)

O monumento assegura, acalma, tranquiliza, conjurando o ser do tempo. Ele constitui uma garantia das origens e dissipa a inquietação gerada pela incerteza dos começos. Desafio à entropia, à ação dissolvente que o tempo exerce sobre todas as coisas naturais e artificiais, ele tenta combater a angústia da morte e do aniquilamento.

Sua relação com o tempo vivido e com a memória, ou, dito de outra forma, sua função antropológica, constitui a essência do monumento.”

O monumento histórico é uma invenção, bem datada, do ocidente. Vimos com que sucesso o conceito foi exportado e como progressivamente se difundiu fora da Europa a partir da segunda metade do século XIX.


(...)

Todo objeto do passado pode ser convertido em testemunho histórico sem que para isso tenha tido, na origem, uma destinação memorial. De modo inverso, cumpre lembrar que todo artefato humano pode ser deliberadamente investido de uma função memorial. Quanto ao prazer proporcionado pela arte, tampouco é apanágio exclusivo do monumento.

O monumento tem por finalidade fazer reviver um passado mergulhado no tempo. O monumento histórico relaciona-se de forma diferente com a memória viva e com a duração. Ou ele é simplesmente constituído em objeto de saber e integrado numa concepção linear do tempo – nesse caso, seu valor cognitivo relega-o inexoravelmente ao passado, ou antes à história em geral, ou à história da arte em particular -; ou então ele pode, além disso, como obra de arte, dirigir-se à nossa sensibilidade artística, ao nosso “desejo de arte” (kunstwollen): neste caso, ele se torna parte constitutiva do presente vivido, mas sem a mediação da memória ou da história.

(...)

A destruição positiva, também generalizada, chama menos a atenção. Ela se apresenta sob modalidades diferentes. Uma, ritual, é própria de certos povos, tais como os japoneses, que, sem reverenciar, como nós, as marcas do tempo em seus monumentos, constroem periodicamente réplicas exatas de templos, originais, cujas cópias anteriores são então destruídas. A outra, criativa, tem muitos exemplares na Europa. Para engrandecer e dar mais esplendor ao santuário onde o “bem-aventurado Denis permaneceu durante quinhentos anos”, Surge mandou destruir em parte, no decorrer da década de 1130, a basílica carolíngia que a tradição atribuía a Dagoberto. O mais precioso e venerável monumento da cristandade, a catedral de São Pedro, em Roma, não foi demolida depois de quase doze séculos, por uma decisão de Júlio II? Tratava-se de substituí-la por um edifício grandioso, cuja magnificência e cenografia pudessem lembrar o poder conquistado pela Igreja desde a época de Constantino e as novas inflexões de sua doutrina.

Em contrapartida, uma vez que se insere em um lugar imutável e definitivo num conjunto objetivado e fixado pelo saber, o monumento histórico exige, dentro da lógica desse saber, e ao menos teoricamente, uma conservação incondicional.

FONTE: CHOAY , Françoise. A Alegoria do Patrimônio . São Paulo: Estação Liberdade: Editora UNESP, 2001 P. 17 A 28.



sábado, 9 de junho de 2012

PATRIMÔNIO CULTURAL : MATERIAL,IMATERIAL,TOMBAMENTO, DIREITO DIFUSO, AÇÕES E LEIS, INVENTÁRIO


PATRIMÔNIO IMATERIAL









TOMBAMENTO


TOMBAMENTO – GRADUAÇÃO DE INTERESSE


INVENTÁRIO







MINUTA PROPOSTA PARA PORTARIA DE REGULAMENTAÇÃO DO INVENTÁRIO




AÇÕES E LEIS  QUE PODEM SER USADAS NA DEFESA DO PATRIMÔNIO CULTURAL



DIREITO DIFUSO




CARTAS PATRIMONIAIS


CARTAS PATRIMONIAIS - SÔNIA RABELLO

O LIVRO DE SÔNIA RABELLO



SOBRE OS PRAZOS DO TOMBAMENTO PROVISÓRIO


SOBRE TOMBAMENTO DE BENS MÓVEIS

ESTUDO DAS CARTAS PATRIMONIAIS


CARTAS PATRIMONIAIS



FICHAMENTO DAS CARTAS PATRIMONIAIS


NOTAS SOBRE AS CARTAS PATRIMONIAIS




sexta-feira, 8 de junho de 2012

CONTOS DO PATRIMÔNIO


VOVÔ CARLOS E RITA – PATRIMÔNIO, O QUE É?
Autor:Carlos Henrique Rangel

Vovô Carlos estava sentado na varanda lendo jornal quando Rita chegou de mansinho.

- Vovô, posso te fazer uma pergunta? – Perguntou a menina.
O avô fechou o jornal e sorriu.

- Claro minha neta, O que você quer perguntar?

- Vi na televisão que é importante preservar o patrimônio cultural... Não entendi muito bem o que eles queriam dizer...
- Você quer saber o que é patrimônio cultural?

- É, mostraram igrejas e cidades com casas antigas...

- Pois é minha neta. Patrimônio cultural são igrejas e casas antigas e muitas outras coisas...

- Mas porque temos que preservar tudo isto? – Perguntou a menina sentando ao lado do avô ali naquele banco confortável da varanda.

- Bem Rita, vamos pensar um pouco...Quando você quer chamar o seu irmão como você faz?
- Uai Vovô, eu grito o nome dele...

- Qual é o nome dele?

-Ora vovô, é Paulo... Paulinho... O senhor sabe...

-Paulinho... Se eu falar Paulinho você sabe de quem eu estou falando não é?
-É...
- Pois então... Apesar de existirem outros meninos com nome Paulo, para nós da família, Paulo é o nosso Paulinho, seu irmão.

- É mesmo...

-Mas será que nós só conseguimos identificar o Paulinho pelo nome? – Perguntou o avô.
-Acho que não...

-O que mais é o Paulinho?

-Um menino de dez anos,de cabelos pretos,chato...

-Inteligente e bonito – Completou o avô.
-Tá bom, inteligente até pode ser mas bonito...

O Vovô riu.
-Está vendo? Conseguimos identificar o Paulinho... E Você? Quem é você?
-Eu? Eu sou a Rita, menina de seis anos, de cabelos pretos com tranças, que gosta de desenho e de desenhar, de ver novela e das estórias do meu avô. – Disse ela sorrindo.

-Menina inteligente, bonita, sapeca, curiosa...

-é...
-E essa menina Rita tem coisas que são só dela, não é?

-É sim. Tenho um quarto, uma cama, muitos vestidos, muitas bonecas e brinquedos e o cachorrinho que papai me deu...O Totó.

-Muitas coisas... E essas coisas são muito importantes para você?- Perguntou o avô.
Ah são...

-Por quê? – Perguntou Vovô Carlos.

-Porque eu gosto delas...

-Te fazem feliz?

-Fazem...

-Por quê?

-ah, vovô, o quarto é onde fico brincando com o Totó, com as bonecas... A cama é tão macia...

-Quando você viaja fica com saudades delas?

-Fico... Até acho estranho a cama dos lugares...

-E se sua mãe pegasse a sua cama, suas bonecas e o Totó e desse para alguém deixando o seu quarto vazio?

-Nossa Vovô! Mamãe não ia fazer uma coisa dessa comigo...
-Eu sei que não... Mas vamos fazer de conta...

-Eu ia ficar muito triste... Ia chorar muito... Como eu ia brincar? Com quem ia brincar? Onde ia dormir? – Disse a menina nervosa.

-Essas coisas todas são os seu bens... O seu patrimônio...São importantes para você e até falam muito de como você é e vive...O Paulinho tem as coisas dele. Seu pai e sua mãe também...Eu também tenho. E cada coisa fala um pouco do seu dono. Contam alguma coisa sobre ele.

-É mesmo... O Paulinho gosta de futebol... Tem uma bola toda velha que ele adora...
-Somos todos diferentes fisicamente e nos gostos... Temos coisas que são importantes para nós...Eu tenho fotos que me lembram da minha juventude...De vez em quando folheio o álbum para matar a saudade...

-Mamãe também tem fotos dela e nossa...

-Minha filha, assim como nós temos nossa maneira de ser e coisas que são importantes para nós como indivíduos, existem aqueles bens que são importantes para todos nós juntos...

-A casa?

-A casa para a nossa família é muito importante. Para as pessoas do bairro,  a praça, o supermercado,  a rua são importantes...

-A escola é muito importante para mim e para todos os meus colegas...

-Viu? Como vivemos em grupos existem coisas que são importante para o grupo por vários motivos: Padaria, supermercado,ônibus, locadora, restaurante...

Existem outros bens que são importante porque identificam uma comunidade.
-Como a cor do meu cabelo?

-Mais ou menos isto... Um lugar que conta parte da história daquele povo, uma festa que todo mundo gosta, uma igreja que todo mundo freqüenta, um parque, uma casa antiga...

-Minha escola tem cinqüenta anos...

-Ela é muito importante não só por ser antiga mas porque fez parte e faz parte da vida de muita gente.

Então é isto que é patrimônio cultural? Essas coisas que são importantes para toda a cidade?
-Para uma cidade ou um bairro ou uma comunidade ou um grupo de pessoas...
Elas identificam e diferenciam a cultura dos grupos e cidades como as suas coisas te identificam e te diferenciam do Paulinho e de suas colegas.
Essas suas coisas falam um pouco de você. Os bens culturais falam do grupo.

-Então é muito importante preservar o Patrimônio Cultural, né?! Se agente não preservar vamos ficar todos tristes, perdidos como eu ficaria se mamãe tirasse as minhas coisas...

- Isto mesmo menina. Preservar o patrimônio cultural é preservar a nós mesmos... Viveremos melhor se cuidarmos da nossa terra e das coisas que fizemos ou que os antigos deixaram para nós.

-Vovô...

-Sim minha neta.

-Vamos brincar na praça?

-Vamos. – Disse Vovô Carlos se levantando.

                                              (Sempre um começo)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

CONSELHO DELIBERATIVO 
DO PATRIMÔNIO CULTURAL 
- conceitos

Conselho deliberativo (conselho para definir qual será a decisão).

FONTE: http://www.dicionarioinformal.com.br/deliberar/


- O conselho deliberativo é responsável pela definição da política de proteção do patrimônio cultural do município.

- É o órgão responsável pela proteção e conservação do patrimônio histórico municipal.

O Decreto no 5.531, de 17/12/86, que dispõe sobre o Regimento Interno do Conselho de Belo Horizonte estabelece em seu Capítulo II, Art. 8º, que compete ao Conselho Deliberativo promover e preservar a herança cultural do Município; proteger, pelo instituto do tombamento, monumentos, obras, documentos, bens e conjuntos de valor histórico, artístico, arqueológico, etnográfico, bibliográfico, documental e paisagístico; estimular, visando à preservação do patrimônio cultural, a utilização combinada do tombamento com outros mecanismos de ordem urbanística e tributária; estimular o planejamento urbano como meio de alcançar os objetivos da preservação do patrimônio cultural, notadamente pela inserção de tal preocupação entre as variáveis consideradas pela Lei de Uso e Ocupação do Solo; sugerir ao Executivo Municipal a formulação de uma política cultural para o Município e dela participar; definir o perímetro de proteção do entorno de bens tombados, entre outros.

Fonte: http://www.fafich.ufmg.br/varia/admin/pdfs/18p83.pdf


Conselho Municipal do Patrimônio Cultural

O município precisa criar a proteção local e o seu Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural. Este conselho é constituído para atuar na identificação, documentação, proteção e promoção do patrimônio cultural de um município. É formado por representantes do poder público e da sociedade civil, orientados pela perspectiva de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Define as ações visando à proteção dos bens culturais dos municípios, pelo tombamento ou registro.
FONTE: Caderno Diretrizes para a Educação Patrimonial. IEPHA/MG. 2010.

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Do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural

Art. 4º - Fica criado o Conselho Municipal do Patrimônio Cultural de ...., órgão destinado a orientar a formulação da política municipal de proteção ao patrimônio cultural e as ações de proteção previstas no art. 2 º desta lei.

Art. 2º - O Município, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o seu patrimônio cultural, por meio de:

I - inventário;

II - registro;

III - tombamento;

IV - vigilância;

V - desapropriação;

VI - outras formas de acautelamento e preservação.

§ 1° - Para a vigilância de seu patrimônio cultural, o Município buscará articular-se com as administrações estadual e federal, mediante a aplicação de instrumentos administrativos e legais próprios.

§ 2° - A desapropriação a que se refere o inciso V do "caput" deste artigo se dará nos casos e na forma previstos na legislação pertinente.

FONTE: Modelo de Lei da Deliberação Normativa 01/2009.



sábado, 2 de junho de 2012


ROTEIRO PARA PESQUISA HISTÓRICA SOBRE UM BEM CULTURAL 
EM MINAS GERAIS
Elaboração: Carlos Henrique Rangel


Introdução
Este pequeno roteiro pretende ser um guia para os pesquisadores iniciantes fornecendo algumas informações que possam nortear as pesquisas de campo.

Orientações Preliminares:
1 - Faça um resumo de todas as informações que já possui sobre o município e ou bem cultural. Procurar ajuda dos técnicos mais antigos da instituição onde trabalha.
2 - Procurar pelo assunto específico, mas também assuntos afins.
3 – Delimite os anos ou períodos chaves referentes ao objeto de pesquisa. Caso não encontre informações neste período delimitado, recue e avance um poupo no tempo.
4 - Converse com os pesquisadores /historiadores locais. Sempre tem alguém disposto a ajudar.
5 - Procure a pessoa mais antiga do lugar. Ela sabe ou saberá informar quem sabe sobre o assunto ou detêm documentos sobre o assunto.
6 - Cerque o objeto de pesquisa: Pergunte tudo sobre o assunto:
<!--[if !supportLists]-->o    <!--[endif]-->Se existem relatórios, textos avulsos, livros específicos, livros gerais, revistas específicas ou catálogos com índice do acervo, fontes primárias, almanaques, seções específicas sobre o assunto, etc.
    • Enquanto espera o material solicitado para a pesquisa dê uma olhada nos livros expostos na sala de consulta. Não perca tempo.
7 – Ao pesquisar esgote as fontes. Nunca deixe de consultar alguma fonte que possa ter informações a acrescentar.
Ex: Assunto: Fazenda Santo Antônio em Esmeraldas. Assuntos afins: Livros sobre fazendas, economia, arquitetura rural, história da vida privada, história regional.
8 - Ao trabalhar um determinado município identifique as suas denominações anteriores e o período de sua vigência. Este conhecimento permitirá detectar o município em fontes e relatos antigos.
9 - Ao entrevistar um morador ou proprietário de um bem cultural, solicite o acesso às escrituras do imóvel, plantas, fotos antigas ou recentes, contatos de antigos proprietários ou moradores. Na Prefeitura, procure as informações cadastrais do IPTU, projetos de reforma, plantas, etc.
10 – O texto produzido precisa conter notas de referências no roda-pé informando a fonte de onde retirou a informação e ao final as referências bibliográficas e ou documentais. Caso não domine as normas da ABNT, anote todas as informações sobre o documento para serem normalizadas depois: Local onde se encontra, seção, número do códice, título do documento, datas contidas na capa, autoria, ano da publicação, editora, número de páginas, capítulo, volume, organizadores, etc.


A – Levantamento Preliminar:
IEPHA/MG – 3235 -2893


- Gerência de Documentação e Informação
    • Pasta do município
    • Pasta específica sobre o bem cultural se tiver.
    • Pasta de Relatórios de Vistorias e Obras.
    • Pasta de Recorte de Jornais
    • Acervo Bibliográfico existente na Superintendência de Documentação
. Livros de referência: Dicionários, Enciclopédias, coleções, Coleção dos Viajantes, coleção mineiriana da Fundação João Pinheiro.
Exemplos:
. Dicionário Histórico-geográfico de Minas Gerais de Waldemar de
Almeida Barbosa
. Livros sobre o município.
. Livros sobre o assunto trabalhado.
.Minas Geraes em 1925, de Victor Silveira.
. Revista Acaiaca
. História antiga de Minas Gerais, de Diogo Vasconcelos.
. História Média de Minas Gerais, de Diogo Vasconcelos.
. Ephemerides Mineiras de 1897, de José Pedro Xavier da Veiga.
. O Abastecimento da Capitania de Minas Gerais no século XVIII, de Mafalda P. Zemella.
. Formação do Brasil Contemporâneo, de Caio Prado Júnior.
. História Econômica do Brasil, de Caio Prado Júnior.
. Formação Econômica do Brasil, de Celso Furtado.
. Arquidiocese de Mariana; subsídios para sua história, de Raymundo Trindade.
Instituições de igrejas no Bispado de Mariana, de Raymundo Trindade.
    • Cadernos de levantamento de Jornais.
    • Acervo fotográfico e mapoteca.
    • Acervo dos municípios referente ao ICMS/PATRIMÔNIO CULTURAL
– Superintendência de Desenvolvimento e Promoção
    • Acervo dos municípios referente ao ICMS/PATRIMÔNIO CULTURAL.

B – Levantamento em instituições:
1 – Biblioteca Pública Estadual:
Horário de Funcionamento
De segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 20h e aos sábados de 8h às 13h.
Contatos:
Telefone: (31) 3269 11 66
E-mail: bibliotecapublica.sub@cultura.mg.gov.br



Localização: Praça da Liberdade, 21. Funcionários - Belo Horizonte, MG.
- Acervo Bibliográfico referente ao município ou bem cultural.
    • Coleções de jornais e revistas (Minas Gerais, Isto é, Visão, Veja, O Cruzeiro, outras).
    • Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais
    • Outros.
2 – Hemeroteca Estadual:
http://www3.cultura.mg.gov.br/index.php/servicos/pamm?task=interna&sec=4&cat=52&con=579

    • Coleções de Revistas: Alterosa, Vitae, O Cruzeiro, outras.
    • Coleções de Jornais: Minas Gerais, Folha de Minas, Estado de Minas, Jornais dos municípios, suplemento Noite Ilustrada.
3 – Arquivo Público Mineiro:
http://www.cultura.mg.gov.br/arquivo-publico-mineiro

    • Revistas do Arquivo Público Mineiro.(procurar Revista índice).
    • Procurar livros específicos sobre o município ou bem cultural.
    • Anuários de Minas Gerais de Nelson de Senna, anos 1906,1907, 1909,1911,1913,1918.
    • Minas Geraes em 1925 de Victor Silveira.
    • Álbum de Minas Gerais 1918 de Roberto Capri.
    • Coleções de Leis estaduais e federais.
    • Sesmarias (ver revistas APM com índice das sesmarias).
    • Fundo de Terras.
    • Registro de Terras.
    • Relatórios dos Presidentes da Província e outros.
    • Revista Vida de Minas.
    • Revista Belo Horizonte.
    • Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais
    • Anais do Museu Histórico Nacional
    • PELICANO, Frade. Estatística e corografia das distâncias do Estado de Minas Gerais, 1916.
    • Mapoteca
    • Outros.
4 – Biblioteca da Escola de Arquitetura da UFMG:
https://www.bu.ufmg.br/orientacoes-bu/97-biblioteca-arquitetura
Telefones:
31 3409-8805 (Chefia)
31 3409-8806 (Referência)
31 3409-8818 (Fax)
Endereço:
Rua Paraíba, 697 - Centro
Belo Horizonte - MG
CEP 31130-140.

    • Ver coleções de Revistas temáticas. (Arquitetura e Engenharia, Arquitetura e Urbanismo, outras)
    • Teses.
    • Acervo bibliográfico.
    • Outros.
5 – Arquivo Público da Cidade (no caso de Bens Culturais de Belo Horizonte):
http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade.do?app=arquivopublico
Endereço: Rua Itambé, 227 - Leste - Telefone: 31 3277-4665
Site: http://www.pbh.gov.br/cultura/arquivo - E-mail: apcbh@pbh.gov.br
Horário de Funcionamento: 2ª a 6ª das 9h às 17h.

    • Relatório dos Prefeitos.
    • Teses.
    • Acervo Bibliográfico.
    • Acervo Fotográfico.
    • Outros.

6 – Museu Abílio Barreto (no caso de Bens Culturais de Belo Horizonte):
Avenida Prudente de Morais, 202 - Cidade Jardim  Belo Horizonte - MG, 30380-000
(0xx)31 3277-8573

http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade.do?evento=portlet&pIdPlc=ecpTaxonomiaMenuPortal&app=fundacaocultura&tax=6781&lang=pt_BR&pg=5520&taxp=0&

    • Acervo Bibliográfico.
    • Acervo Fotográfico.
    • Relatórios da Comissão Construtora.
    • Outros.
7 - IGA-
http:// www.iga.br/SiteIGA/mapas/cgi/iga_09_000.php

    • Mapas diversos dos municípios e regiões.
8 - Estado de Minas - CEDOC:
http://www.em.com.br/

    • Acervo de Jornais Estado de Minas e Diário da Tarde
9 - Fundação João Pinheiro:
http://www.fjp.gov.br/
ALAMEDA DAS ACÁCIAS, 70 - SÃO LUIZ - BELO HORIZONTE/MG
    • Acervo da biblioteca: Livros e pesquisas referentes aos municípios mineiros, etc.
10 - Gerência do Patrimônio Cultural - Belo Horizonte:
 PBH / FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA / CDPCM-BH
http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade.do?evento=portlet&pIdPlc=ecpTaxonomiaMenuPortal&app=fundacaocultura&tax=17422&lang=pt_BR&pg=5520&taxp=0&

    • Documentação referente aos bens tombados pelo município.
    • Legislação de proteção do patrimônio Cultural de Belo Horizonte.
11 - Instituto Histórico Geográfico:
Rua Guajajaras, 1268 - Barro Preto  Belo Horizonte - MG, 30180-101
(0xx)31 3212-4656.

    • Arquivo do Instituto.
    • Revista do Instituto Histórico Geográfico.
12 – Pesquisa na Internet:
    • Utilize sites de busca. Tente todas as possibilidades com relação ao objeto de pesquisa.
    • Exemplo: Objeto: fazendas mineiras do século XVIII – Tente: Fazendas, Fazendas Mineiras, História da Agricultura, Economia, Período colonial, História de Minas, História da Arquitetura, Estilos Arquitetônicos, Arquitetura Colonial, Arquitetura Rural, etc.
C – Pesquisa em campo:
1 – Prefeitura Municipal: Secretaria de Cultural, Museu, Secretaria de Obras, Secretaria de Turismo, Câmara Municipal, outros.
2 – Bibliotecas Locais.
3 – Acervos institucionais e particulares.
4 – Cartórios.
5 – Entrevistas.(Com pessoas mais velhas, antigos moradores, moradores atuais, responsáveis pelo bem cultural. Todos que de alguma maneira sabem ou conhecem quem sabe sobre o objeto da pesquisa). Historiadores locais.
6 – Casa Paroquial: Livros de Tombo, biblioteca da paróquia.
7 - Arquivos do Bispado.

         

sexta-feira, 1 de junho de 2012

MEMÓRIA E IDENTIDADE

Estruturas Temporais e Seus Modos de Incorporação nos Processos Sociais – O Caso de Belo Horizonte.


Cristiano Pereira Alencar Arrais

Doutorando em História – UFMG/Bolsista CAPES

Fonte: http://www.ufjf.br/lahes/files/2010/03/c1-a14.pdf


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HISTÓRIA, MEMÓRIA E CENTRALIDADE URBANA
Sandra Jatahy Pesavento

http://nuevomundo.revues.org/3212


“O resgate do passado de uma cidade contido nos centros urbanos implica lidar com vários tempos: o da cidade que se vê e a da que não se vê, oculta e esquecida; o tempo que passa e o que não passa, do qual é resultado o resto que fica para ser mostrado; o tempo da cidade que se quer, dos desejos, das utopias perdidas e projetos não realizados, e o da cidade que se tem, resultante de fracassos e vitórias. Destes tempos, o centro urbano é como que uma vitrine, um microcosmo do tempo que passou, mas que nem sempre se deixa ver. Destas temporalidades, o tempo mais difícil é o do esquecimento. Tempo que finge não ter existido, soterrando as lembranças. Talvez, por isso mesmo, seja o mais procurado por historiadores teimosos, que insistem em indagar dos silêncios e em tentar preencher as lacunas e os vazios do passado de uma cidade”.


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Narrativa e sentido da vida : uma aproximação entre Viktor Frankl e Paul
 Jefferson da Silva. Ricoeur / Jefferson da Silva. - São Paulo, 2011. 123 f. ; 30 cm.

http://www.usjt.br/biblioteca/mono_disser/mono_diss/2011/159.pdf


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“Para lembrar, é necessário esquecer – notas sobre a narrativa jornalística”

Wilson Couto Borges

http://paginas.ufrgs.br/alcar/encontros-nacionais-1/6o-encontro-2008-1/Para%20lembrar-%20e%20necessario%20esquecer.pdf

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NARRATIVAS URBANAS:
MEMÓRIA E ENSINO DE HISTÓRIA NO COTIDIANO DA CIDADE

Rita de Cássia Mesquita de Almeida - Mestranda em Educação – PPGE-UFJF rita.almeida.ra@gmail.com

http://abeh.org/trabalhos/GT04/tcompletorita.pdf

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O tempo e a cidade.

ECKERT, Cornelia; ROCHA, Ana Luiza Carvalho da. O tempo e a cidade. Porto Alegre: UFRGS Editora, 2005. 197 p.
Flávio Leonel Abreu da Silveira
Universidade Federal do Pará – Brasil

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-71832006000200012&script=sci_arttext

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Revista do Mestrado de História - Memória, Ensino e Bens Culturais
Áurea da Paz Pinheiro
http://www.uss.br/arquivos/mestrado%20historia/revist_mest_hist%20v10%20n2%202008.pdf



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